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Migração 10 de novembro de 2025

Comunicação Não Violenta é tema de palestra com servidores da Agência Condepe/Fidem

Por Comunicação Condepe/Fidem

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A reunião contou com a analista de Gestão da Funase, Tatiana Pires, para debater sobre a temática

Por Gabriel Quintella/ACom

A Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) promoveu, nesta sexta-feira (7), uma manhã de aprendizado e reflexão voltada aos seus servidores. O encontro, realizado no auditório da instituição, no bairro da Boa Vista, área central do Recife, contou com a presença da analista de Gestão Socioeducativa da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) e Instrutora da Escola de Governo da Administração Pública de Pernambuco (Egape), Tatiana Pires, que conduziu uma palestra sobre práticas passivas de comunicação e a importância do diálogo no ambiente profissional, denominada como Comunicação Não Violenta (CNV).

A reunião integrou as ações internas da agência voltadas ao bem-estar e à valorização dos servidores, estimulando o fortalecimento de uma cultura organizacional baseada na escuta ativa, na empatia e na cooperação do dia a dia.

“A Comunicação Não Violenta e as Práticas Restaurativas oferecem contribuições significativas tanto no espaço institucional quanto nas relações interpessoais, focando na construção de uma cultura de diálogo, paz e reparação de danos, pois ajudam a transformar o ambiente, fortalecem os vínculos e promovem habilidades essenciais para uma convivência saudável, indo além da punição e focando na saúde relacional”, explicou Tatiane sobre os princípios da CNV e das Práticas Restaurativas, enfatizando como esses métodos podem transformar as relações interpessoais e o ambiente institucional.

Segundo ela, a CNV busca promover diálogo empático e escuta ativa, favorecendo a melhoria da conexão entre as pessoas, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e a resolução pacífica de conflitos. Segundo a instrutora, “a implementação de Práticas Restaurativas é um caminho estratégico e humanizado no combate e prevenção à violência em todas as suas expressões no espaço laboral, a exemplo do assédio moral, bullying e ciberbullying. Essa metodologia vai além da punição, focando na cura das relações e na reparação dos danos para construir um ambiente de trabalho saudável e seguro”.

Durante a conversa, os participantes foram convidados a refletir sobre temas como autoconhecimento, reconhecimento dos próprios erros, empatia e autocuidado. Uma das provocações feitas pela palestrante foi “Por que dizer sim para tudo e negar seu bem-estar?”.